Panorama ANEFAC | ESG Estratégico: Transparência como Ativo Financeiro e Diferencial Competitivo
Em um cenário de incertezas regulatórias, a transparência deixou de ser uma obrigação para se tornar um diferencial. Enquanto a Resolução CVM 244/26 traz flexibilidade, o mercado global eleva o rigor, tirando o Brasil do radar do pioneirismo e exemplo de transparência. Nesta 3ª edição do Panorama ANEFAC, reunimos representantes de entidades e líderes corporativos para debater o impacto real dessa dualidade no valuation das empresas brasileiras.
O foco desta edição é duplo: discutir as atualizações da CVM e, principalmente, apresentar o “cases” das empresas que investiram na antecipação do IFRS S1 e S2. Qual seu posicionamento? O que teremos pela frente?
O mercado não aceita mais dados superficiais. A antecipação das normas IFRS S1 (Requisitos Gerais) e S2 (Clima) pelas empresas de vanguarda (Vale, Renner e Irani) não foi um exercício de compliance, mas uma decisão de melhora da transparência com o investidor.
O debate proposto busca mostrar que, enquanto o regulador flexibiliza, o investidor penaliza quem não entrega clareza.
Bloco 1: O Tabuleiro Regulatório – Impactos da CVM e a Convergência Global
Pauta: A Resolução CVM 244/26 e o risco de “desalinhamento” com o ISSB. Como as entidades estão trabalhando para contribuir com as empresas nesse cenário
Provocação: A flexibilização da CVM é um fôlego para as empresas ou um risco para a atratividade do Brasil no exterior?
Bloco 2: O ROI da Transparência – Investimentos e Estratégias de Quem Antecipou o Futuro
Pauta: Cases práticos de empresas que já publicam IFRS S1 e S2. Onde foram aplicados os maiores investimentos (tecnologia, auditoria, consultoria)?
Provocação: Por que investir em reporte voluntário antes da obrigatoriedade?
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